quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Carta da Velhinha
Há nos Correios uma pessoa especialmente designada para
processar a correspondência cujo destinatário seja ilegível ou fora dos padrões
autorizados.
Certo dia apareceu
uma carta cujo destinatário estava nestas condições. Escrito por uma mão pouco
firme, vagamente se percebia a palavra: “Deus”.
O homem resolveu
então abrir e ler a carta que dizia:
“Meu querido Deus,
Tenho 83 anos, sou viúva e vivo com uma pequena pensão
mensal que me deixou o meu falecido marido.
Ontem, no autocarro, roubaram-me a carteira. Tinha lá 100
euros que era tudo o que tinha até chegar o próximo cheque da segurança social.
Como no próximo domingo é Natal, tinha convidado para jantarem comigo as duas
únicas amigas que me restam. Agora sem esse dinheiro não me vai ser possível
comprar nada para o jantar.
Não tenho família e Tu és a minha última esperança!
Será que me podes ajudar?
Com os melhores cumprimentos e bem hajas
Maria das Dores”
O tipo dos
Correios não pôde deixar de se emocionar com o teor da carta e mostrou-a aos
colegas.
Então, um a um, com um sorriso embaraçado, foram metendo no
envelope os trocos que tinham nos bolsos.
No final do dia o homem tinha conseguido juntar 95 euros,
que colocou num envelope e enviou de imediato à pobre senhora.
Após o Natal uma
segunda carta chegou, nos mesmos moldes e escrita pela mesma mão. De imediato
todos os colaboradores do posto se juntaram para assistir à abertura da carta
que dizia:
“Meu querido Deus,
Jamais poderei agradecer-Te o que fizeste por mim.
Graças à tua generosidade pude oferecer um jantar belíssimo
e apreciá-lo na companhia das minhas duas queridas amigas. Tivemos as três uma
maravilhosa ceia de Natal, durante a qual lhes pude contar o teu bonito gesto
de amor.
Já agora aproveito para te dizer que apenas recebi 95 euros,
ou seja, faltavam 5. Devem ter sido aqueles filhos da puta dos Correios que se
abotoaram com eles. Mas não faz mal.
Bem hajas
Maria das Dores”
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Numa festa
Por entre a confusão da festa, um dos empregados repara numa rapariga de copo
vazio, aproxima-se e pergunta:
- Desculpe… aceita outra bebida?
- Não, muito obrigada, faz-me mal às pernas.
- Então... adormecem, é?
- Não. Abrem-se!
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Conselho de professor
É preciso desmistificar essa história da matemática ser
chata e difícil. Os nossos alunos e alunas têm demonstrado fugir da matemática
como “o diabo foge da cruz”. Assim sendo, e numa atitude profiláctico-pedagógica,
proponho aos colegas professores que partilhem com os seus educandos uma das
belezas da linguagem matemática, demonstrando assim, que ela pode até ser
poética:
Quem 60 ao teu lado e 70 por ti,
vai certamente rezar 1/3
para arranjar 1/2 de te levar para 1/4,
tendo coragem de te dizer depois:
20 comer!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)




